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    Quais regimes tributários a minha empresa de coaching pode optar?

    14 de Maio de 2016

14 de Maio de 2016

Quais regimes tributários a minha empresa de coaching pode optar?

Uma escolha errada do regime tributário é um grande risco para a saúde financeiro de qualquer negócio porque pode representar gastos desnecessários. Além disso, o pagamento de tributos representa nada mais que uma obrigação legal. Por essa razão a importância de fazer a escolha por pagar aquilo que é devido em sua empresa de coaching.

O sistema tributário brasileiro não é para os fracos, existem tantos impostos que para facilitar é melhor resumir em: lucro presumido, lucro real e simples nacional.

Como conhecimento geral esse resumo poderá auxilia-lo, mas a consultoria de um contador se faz necessária, mais que isso, é primordial.

– Lucro Real é a opção que aceita qualquer tipo de empresa. E a base de cálculo é baseada no lucro apurado na contabilidade, com ressalvas.

– Lucro Presumido não aceita qualquer tipo de empresa. Nesse caso considera-se o que é presumido como receita, é uma projeção.

– E o Simples Nacional apresenta ainda mais restrições. E nesse regime paga-se uma alíquota sobre o faturamento do mês.

Existe ainda a opção de escolha pelo período de apuração: trimestral ou anual, se a opção anual for escolhida, há ainda o regime de estimativa de levantamento e o levantamento de balancetes mensais.

E a legislação determina o enquadramento de acordo com o faturamento, isso é muito importante de ser observado.

E como definir o modelo mais adequado para uma empresa de coaching?

Diante dessa pergunta é visível a necessidade da ajuda de um contador, afinal, mesmo dentro de um segmento cada empresa pode se enquadrar melhor em um determinado regime. Portanto, você coach, está entrando em um mundo de muitas descobertas, prepare-se. A primeira delas será considerar o perfil da sua empresa.

Além disso, o histórico da empresa conta bastante, o lucro no ano anterior certamente será utilizado para os cálculos de estimativas e para a escolha do regime tributário para o ano seguinte.

Veja bem, os dados históricos servirão como base, porque anualmente a situação da empresa pode sofrer mudanças. E uma nova análise será necessária.

O principal erro na análise para escolha de regime tributário é deixar de considerar todos os impostos, de olhar para a empresa como um todo. Porque se por um lado é possível pagar menos imposto de renda, por outro lado será mais custoso Cofins, por exemplo.

Apesar do nome, nem sempre o Simples é realmente simples

Essa opção que aparentemente facilitaria a vida dos profissionais liberais, ou microempreendedores, como quem tem uma empresa de coaching, veio sofrendo ajustes com o passar do tempo e já não se mostra absolutamente vantajosa.

Na dúvida, considere o máximo de elementos que puder, tamanho da empresa, o lucro, a projeção de lucro para o futuro.

E como não há fórmula ou modelo pronto em uma prateleira, vale o esforço para entender cada um dos regimes, e todos os cálculos que devem acompanhar essa análise. Para então fazer uma escolha assertiva para o período avaliado.