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    Como montar um ecommerce?

    15 de Janeiro de 2018

15 de Janeiro de 2018

Como montar um ecommerce?

Cada vez mais pessoas vêm se voltando ao empreendedorismo como uma maneira de gerar renda.

A disseminação da internet e fenômenos como o aparecimento de dispositivos móveis, que literalmente colocaram a internet na rua, fizeram do comércio conduzido via internet, o chamado ecommerce, uma modalidade especialmente atraente de empreendedorismo.

Entre as vantagens do ecommerce, está a de dispensar gastos como o de aquisição ou aluguel de propriedade para instalação de uma loja física. Além disso, o alcance dilatado da internet faz com que, em tese, qualquer canto do mundo seja o mercado consumidor de um ecommerce.

Tendo em vista as vantagens desse modelo de negócio, não é de surpreender que muitas pessoas queiram saber como montar um ecommerce. Nesse texto, serão dadas algumas explicações relativas ao assunto.

Quanto custa montar um ecommerce?

De pronto, pode-se dizer que não existe um valor específico que responda à questão de quanto custa montar um ecommerce. Isso dependerá de fatores como o tipo de atividade específica desenvolvida no ecommerce, o tamanho do empreendimento que se tem em mente e as funcionalidades que se deseja que a plataforma de ecommerce tenha.

Se não é possível fornecer um número definitivo, é possível pelo menos dar algumas indicações.

Um dos principais custos de montar um ecommerce é o da plataforma de ecommerce. Existem opções ditas grátis, que, às vezes, porém, não o são completamente.

Entre essas opções grátis, estão, por exemplo, as plataformas de ecommerce do tipo open source.

Nesse caso, o empreendedor não paga para fazer download do código.

O problema é que, mesmo supondo que a instalação seja intuitiva, extrair o máximo dos recursos da plataforma costuma exigir que um programador configure-a, o que pode custar muitos milhares de reais.

Além disso, geralmente se faz necessária (ou pelo menos recomendável) a compra de plug-ins para ter acesso a certos recursos.

Ainda entre as opções ditas gratuitas, estão as plataformas ecommerce sob comissão. Nesse caso, o dono da plataforma disponibiliza-a para que o empreendedor cadastre seus produtos e venda-os através dela e ganha uma comissão sobre cada venda.

Embora tenha a vantagem de o empreendedor só precisar pagar quando consegue realizar uma venda, é evidente que esse modelo tem seu impacto sobre as margens de lucro do ecommerce e sua competitividade.

Outra possibilidade de gratuidade é o uso de versões trial (para teste, experiência) de plataformas de ecommerce. A ideia básica é a de que o empreendedor experimente uma versão dessas e, se ficar satisfeito, adote a versão paga.

Um dos problemas é que não é incomum que a versão gratuita não possua recursos que o empreendedor considera importantes para tocar seu negócio.

Entre as opções de plataformas pagas estão as plataformas de ecommerce alugadas. Nesse caso, por um aluguel, o desenvolvedor permite o uso de uma plataforma de ecommerce padronizada que permite um certo nível de customização para adaptá-la às necessidades do cliente.

Além do aluguel que pode variar de alguns poucas dezenas de reais a muitos milhares de reais, dependendo da plataforma, um inconveniente é a possibilidade de que certas funções de que o empreendedor julgue necessitar só sejam implementadas em troca de muito dinheiro.

No caso de uma plataforma exclusiva, o céu é o limite no que se refere a preços, dependendo das funcionalidades exigidas. De qualquer maneira, costuma ser a opção mais cara.

O ideal é que o empreendedor solicite orçamentos a vários fornecedores diferentes, veja de que funcionalidades julga precisar e escolha a opção que lhe dará uma melhor relação entre custo e benefícios.

Como dito acima, o custo de uma plataforma de ecommerce é variável, indo de (teoricamente) nada aos olhos da cara do empreendedor.

Montada a loja virtual, haverá outros custos, como divulgação (por exemplo, através de links patrocinados, técnicas de SEO, divulgação em redes sociais, etc.), logística, reposição de estoque, impostos como ICMS, etc.

Esses gastos vão depender das condições específicas do negócio.

Como montar um ecommerce de roupa?

Basicamente, para montar um ecommerce de roupa, um das categorias que mais interessam novos empreendedores, basta ter acesso à mercadoria para vender (no caso, roupas), ter uma plataforma de ecommerce, o que pode ser feito através de uma das opções explicadas acima e cuidar dos diversos aspectos do negócio: publicidade, atendimento dos pedidos dos clientes, pagamento dos tributos, etc.

Como montar um ecommerce no mercado livre?

Basicamente, no Mercado Livre, a pessoa cadastra anúncio(s) de produto(s). A pessoa coloca título no anúncio, preenche as respectivas categorias e subcategorias,

Basicamente, no Mercado Livre, a pessoa cadastra anúncio(s) de produto(s). É bom lembrar que o Mercado Livre não fornece produtos, ele apenas ajuda a fazer a intermediação entre quem tem o que comprar e quem tem o que vender).  A pessoa coloca título do anúncio, preenche as respectivas categorias e subcategorias, informa características (cor, tamanho, etc.), dá uma descrição, informa se trata-se de um produto novo ou usado e, por fim, atribui preço ao produto.

Terminado o trabalho de caracterização do produto que tem a vender, a pessoa escolhe o tipo de anúncio que quer veicular, gratuitos ou pagos. Segundo o próprio Mercado Livre, os anúncios gratuitos têm visibilidade mais baixa. Depois do cadastro de seu primeiro anúncio, o empreendedor fornece dados como e-mail, CPF, telefone, etc.

Existem diferentes planos de anúncio que variam de acordo com alguns dados, inclusive, o valor pago pelo anunciante e a natureza do produto vendido, mas a lógica básica é essa descrita acima.